08/07/2007

Reintegr(acion)ismos

Se há lutas nas que não vou participar nunca, porque as considero "política de escaparate", são as guerras de grafias, os símbolos ou a territorialidade da Galiza. Há que saber distinguir entre a esência e as roupagens. A língua galega é um vencelho de comunicação entre galegos de coração. É uma convenção entre pessoas que aceitam umas regras para se entenderem. Os importantes somos nós, os que as usamos, e não as palavras. Nem os hinos, nem as leiras.
E assim arda Troia, vou escrever cada dia como me pete.

3 comentários:

rosa enriquez disse...

Escriba vostede como queira. Fai moi moi ben porque, cal é a prioridade? A comunicación penso eu. Os ruidos que a impiden non teñen que ver coa ortografía reintegrada ou non do galego, senon coa boa fé ou mala fé que poñemos en entendernos.Unha aperta.

C.R. disse...

Parabéns, minha rola! Enches-me de orgulho.

Galiza não precisa reintegracionistas, mas pessoas com a mente aberta. Por exemplo, Rosa Enriquez está a reconhecer com toda naturalidade que percebe perfeitamente. Pois claro, isso é o que é. Percebemos. Por algo será.

Beijinhos.

torredebabel disse...

Fas ben. As linguas están para achegarse, para dicir e tamén para calar. Xa o dixo Rosa, escribe como queiras que eu sigo aqui lendo...